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05/10/2019

T54 – Prática de fiscalização e ato na execução de túnel de baixa cobertura. Estudo, segmento e desafio

T54 – Prática de fiscalização e ato na execução de túnel de baixa cobertura. Estudo, segmento e desafio
05/10/2019

Descrição: As escavações subterrâneas nas obras da Fase 2 da Linha 4 Amarela, sob fiscalização do Metrô de São Paulo, são executadas pelo método NATM. O método construtivo NATM, já consagrado pelo Metrô de São Paulo em seus projetos em todas as linhas é um método de escavação de forma segura e eficaz. As escavações são feitas de forma controlada pois a estrutura de suporte (cambota e telas com concreto projetado) é colocada logo após a escavação do maciço e a frente e calota resulta tratada em avanço (colunas de CCPh´s e pregagens), minimizando assim os riscos pertinentes as escavações inseridas em áreas densamente urbanizadas. Dentre as frentes de escavação, tuneis, que compõem a obra, destaca-se o Túnel Singelo com seção de escavação inferior as demais frentes de obra, porém apresentando algumas peculiaridades construtivas. Esse túnel está em cota mais elevada que as demais frentes dos tuneis de via, apresentado baixa cobertura. No projeto original a cobertura máxima concebida de projeto básico não previa que a cota do nível do estacionamento da empresa Plásticos Mueller, localizada na Avenida Professor Francisco Morato, 4340, sobre os Km 314 e 182 do Túnel Singelo, estaria rebaixada em relação à cota da Avenida Professor Francisco Morato, diminuindo ainda mais a cobertura deste túnel de 3,75 m para até 2,80 m atribuindo maior risco ao processo de escavação. No trecho entre os Km 314 a 285 deste túnel foram tomados cuidados adicionais à escavação diminuindo o avanço de 80 cm para 60 cm, executando de forma mais cautelosa neste trecho. Além da baixa cobertura, o túnel singelo atribui outros desafios a obra, associados a passagem do Córrego Itararé, e a interceptação dos horizontes de solos aluvionares atribuídos a bacia de deposição deste córrego. Inicialmente, o projeto executivo contemplava uma área de influência para os solos aluvionares, porém de maneira que não haveria interceptação deste solo com a seção de escavação. Durante as obras, novas investigações revelaram que os horizontes aluvionares interceptariam e exerceriam influencia em maior área nas escavações do túnel singelo. Foi feito um novo perfil geológico considerando novas sondagens na região onde evidenciou-se a presença deste solo interceptando a cobertura e parte da calota do túnel. Para a região de travessia do Córrego Itararé foi considerado um alargamento da seção de escavação onde o tratamento parte horizontalmente sob o córrego, a fim de evitar a interceptação com o mesmo. O projeto executivo prevê a possível adoção de drenagem interna, com a utilização de drenos DHP’s. Estes foram estabelecidos considerando os mapeamentos de frente de escavação e as novas sondagens executadas, de maneira a interceptar o padrão de faturamento do maciço, o set principal de fraturas pelo qual percolam as águas. Visto que as águas subterrâneas compõem um sistema principal de aquíferos fissurais de forma obliqua e sub-vertical, estes drenos foram colocados de maneira a interceptar esse fluxo de água. A adoção dos sistemas de rebaixamento interno e externo se somaram para garantir boas condições de escavação, livres de percolações de água que pudessem acelerar o processo de desplacamentos de blocos. Os tratamentos de contorno e frente disponibilizados somados a uma condição bem drenada do túnel diminuíram muito os riscos durante a escavação, situação evidenciada durante a escavação deste túnel. O detalhamento de todo o acompanhamento será apresentado no decorrer deste artigo.

 

AUTORES:

Aryane Lya Alves Guimarães – Metrô SP

Apresentação

Artigo

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