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09/30/2016

A APLICAÇÃO DO RCM2 E A LOGÍSTICA QUE GARANTEM A MANUTENÇÃO INDIVIDUALIZADA NOS 805 BLOQUEIOS DO METRÔ DE SÃO PAULO

A APLICAÇÃO DO RCM2 E A LOGÍSTICA QUE GARANTEM A MANUTENÇÃO INDIVIDUALIZADA NOS 805 BLOQUEIOS DO METRÔ DE SÃO PAULO
09/30/2016

Descrição: A aplicação da metodologia do RCM2 nos bloqueios (catracas) do Sistema de Bilhetagem Eletrônica gerou 2 grupos de procedimentos de manutenção denominados “Roteiros de Preventiva”. O primeiro são procedimentos cuja periodicidade de aplicação é diretamente proporcional aos ciclos do equipamento (bilhetes processados e giro de tripé) e o segundo são procedimentos aplicados aos componentes que se degradam com o tempo e têm periodicidade fixa. Compreendem ações de medição, verificação, limpeza, ajuste, lubrificação e, em caso de necessidade, substituição tanto de componentes como do próprio módulo. A quantidade de usuários que define a utilização dos bloqueios depende de fatores como: a Localização da estação (centro/bairro, presença de universidade(s), escola(s), conjunto(s) habitacional(ais) e comerciais, etc., no entorno), horários de pico/vale e dias da semana, posição do bloqueio na linha de bloqueios, bloqueios de interligação (com outras linhas de metrô, trem metropolitano ou outros modais como ônibus), estratégia operacional (por exemplo, redução da quantidade de bloqueios de entrada na estação para diminuir a lotação da plataforma). O processo de confecção do plano de manutenção anual inicia-se numa amostragem de utilização no período de 1 semana para cada um dos 805 bloqueios. Esta amostragem, dividida pelos ciclos do equipamento, definem as periodicidades para aplicação das preventivas e calcula a carga horária para execução. Consequentemente, em função das condições de utilização, cada bloqueio terá um perfil próprio de manutenção, ou seja, as preventivas terão periodicidades distintas para cada um. Estes dados, combinados a outros fatores como facilidade de acesso, posição geográfica das estações, transporte das equipes ao longo das linhas, equilíbrio de carga de trabalho, etc. fornecem subsídios que norteiam o agrupamento das 59 estações em 14 grupos denominados “Zonas de Manutenção”, sendo cada zona responsabilidade de um colaborador que aplica os roteiros na periodicidade calculada. A distribuição das preventivas nas 52 semanas do ano deve respeitar a carga horária máxima semanal disponível, mas a simples distribuição extrapola este limite em várias semanas e zera em outras. Desta forma, se faz necessário redistribuir as preventivas. Para tal, faz-se uso de recurso de planilha Excell chamado “Iteração” que, aliado a fórmulas, desloca 99 vezes a sequência de preventiva de cada bloqueio e sua respectiva carga horária. Calcula para cada deslocamento a carga total da zona e adota aquele que fornece a melhor distribuição. Esta sequência se repete várias vezes para cada bloqueio alocado na zona, até que se encontre um ponto ótimo de forma que as cargas horárias somadas se estabilizem dentro dos limites. O processo é executado de forma automática e cessa quando alcança um ponto ótimo. Ao final, é realizado um ajuste manual nas semanas que possuem feriados, portanto, com limite de horas menor que uma semana convencional. Para 2016 foram geradas 25.283 ordens de serviço.

 

AUTORES: Alexandre De Maio Parpinelli

T31-Alexandre-Parpinelli.pdf

T31-Alexandre-de-Maio-artigo.pdf

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