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09/30/2016

ANÁLISE COMPARATIVA DE ESTRATÉGIAS DE RETROFIT COM MUDANÇA DE USO PARA CONVERSÃO EM ESTAÇÕES METROVIÁRIAS – OS CASOS DAS ESTAÇÕES URUGUAI/ RIO DE JANEIRO E ACESSO NORTE L2/ SALVADOR, 2014-2016

ANÁLISE COMPARATIVA DE ESTRATÉGIAS DE RETROFIT COM MUDANÇA DE USO PARA CONVERSÃO EM ESTAÇÕES METROVIÁRIAS – OS CASOS DAS ESTAÇÕES URUGUAI/ RIO DE JANEIRO E ACESSO NORTE L2/ SALVADOR, 2014-2016
09/30/2016

Descrição: Entendemos aqui como “retrofit” o conjunto de atividades técnicas ligadas ao campo da Arquitetura e Engenharia, com objetivo de revitalizar um edifício existente por meio de incorporação de atualização tecnológica, transformação física e atualização da interface com os usuários. Nos casos aqui tratados, houve ainda a mudança de uso, fator determinante na complexidade dos processos que produziram as soluções construídas. A Estação Uruguai, localizada no Bairro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, na extensão final da Linha 1 do Metrô, ocupa o antigo estacionamento de trens e automóveis conhecido como “Rabicho da Tijuca”. O espaço subterrâneo original apresentava visível irregularidade geométrica, pés direitos reduzidos e vãos estruturais limitados, que não comportavam as necessidades de uma estação de metrô. O espaço urbano circundante se conforma com alta densidade de ocupação e fluxo, praticamente não existindo nenhum espaço residual passível de uso para instalações e acessos. Para a implantação da estação foi necessário reconceituar a estrutura existente, que inviabilizava o embarque e desembarque de passageiros no local destinado à futura plataforma. A malha de 138 pilares existentes foi substituída por apenas 23 pilares metálicos, liberando espaço para a correta operação. A substituição da estrutura foi feita através de transferência gradual de cargas, cujo processo foi possível devido a inovações tecnológicas e soluções produzidas diretamente na obra. A otimização do processo, com aproveitamento de instalações provisórias para a obra final foi uma constante no conceito do projeto. Também as instalações de ventilação e demais sistemas foram projetados e executados de forma não convencional, adaptando-se à funcionalidade e às dimensões do espaço existente, obrigando a soluções específicas e inovadoras. O projeto adaptou-se às dificuldades de ocupação no nível da superfície e as obras transcorreram sem nenhuma desapropriação ou alteração no funcionamento normal do tráfego. A Estação Acesso Norte Linha 2, localizada na Rótula do Abacaxi, em Salvador, em fase final obra, ocupará o edifício projetado originalmente para ser um terminal rodoviário urbano, sem nunca ter sido, porém, operado. Esta estação compõe um conjunto intermodal que inclui ainda uma estação metroviária na Linha 1 e um novo terminal rodoviário urbano. Este conjunto será responsável pelas transferências de passageiros entre as linhas 1 e 2 do Metrô Bahia. O processo de projeto iniciou com intenso estudo multidisciplinar, que explorou alternativas de combinação de duas estações integradas de metrô e o terminal rodoviário, contemplando traçado viário, Arquitetura, sustentabilidade e viabilidade econômica. A solução que melhor atendia os requisitos do empreendimento – única que viabilizava a operação parcial durante a Copa, previa o retrofit do terminal existente. Os maiores desafios aqui, além de evidentemente inserir a via permanente no interior de um edifício existente, foram de ordem funcional e de conforto ambiental, adaptando-se um edifício de funções originalmente simples para suportar operações complexas, com demandas de alto desempenho. Em ambos os casos, a viabilidade das transformações e a tomada de decisões esteve fortemente ligada a premissas técnicas e estratégias de implantação, conduzidas pelas disciplinas de Arquitetura e Engenharia, conjuntamente com os respectivos clientes. Mesmo se tratando de processos com o mesmo objetivo, as condições distintas de Uruguai e Acesso Norte promoveram muitas vezes características opostas de analise, implantação, concepção estrutural e resultados finais. Por outro lado, há conceitos que são essenciais em ambos os processos e podem orientar futuras práticas de retrofit para estações metroferroviárias.

 

AUTOR: Emiliano Homrich Neves Da Fontoura

T51-Emiliano-Homrich.pdf

T51-Emiliano-Homrich-artigo.pdf

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