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09/30/2016

METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESENVOLVIMENTO EM BIM DAS ESTAÇÕES DA LINHA 2 METRÔ BAHIA – SALVADOR, 2014-2016

METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESENVOLVIMENTO EM BIM DAS ESTAÇÕES DA LINHA 2 METRÔ BAHIA – SALVADOR, 2014-2016
09/30/2016

Descrição: A Linha 2 do Metrô Bahia é formada por 12 estações que conectam o centro de Salvador ao Aeroporto Internacional. Dentre elas, 9 estações se encontram ao longo da Av. Paralela e, por apresentarem configurações similares, receberam soluções construtivas típicas. Seu desenvolvimento em BIM garantiu ganhos de produção e qualidade, permitindo o compartilhamento dos modelos e sua documentação. As estações, desenvolvidas dentro de um cronograma compacto, necessitariam de equipes sobrepostas em ação simultâneas dentro de um processo de trabalho tradicional, em 2D. Embora as soluções buscassem sempre a tipificação, as nove estações apresentam dois tipos de plataformas (centrais e laterais), combinadas com dois tipos de salas operacionais (centrais ou laterais), diferentes bilheterias e conjuntos de salas técnicas. Ou seja, apesar das soluções típicas, o trabalho necessitava de uma matriz de soluções, viabilizando diversas combinações distintas. A escolha pelo processo BIM, diante deste contexto de projeto e cronograma, viabilizou o desenvolvimento simultâneo das estações com uma só equipe por disciplina. Ademais, a oportunidade do desenvolvimento do trabalho com modelos interdependentes de Arquitetura, Estruturas de Concreto, Metálica, Elétrica, Hidráulica e Mecânica também reforçou a confiabilidade das soluções, rapidamente levantadas e discutidas de maneira holística. Diante do desafio de unir seis disciplinas e duas empresas distintas em um processo conjunto, os trabalhos foram divididos em duas etapas. A etapa inicial, de preparação, deu-se durante a concepção inicial das estações em 2D, onde, em paralelo, foram realizadas reuniões com os Coordenadores BIM de cada empresa, Supervisores BIM de cada disciplina e consultores externos para que a estratégia e o contexto técnico já estivessem estabelecidos para a segunda etapa, a de desenvolvimento do projeto em BIM. A estrutura de trabalho baseou-se na decomposição das estações em diferentes partes (links). Desta forma, o mesmo link é utilizado em mais de uma estação, otimizando o trabalho de modelagem e documentação. Por exemplo, o mesmo arquivo link das salas operacionais (SO-A1) foi utilizado para todas as estações centrais e todas as alterações de projeto realizadas nele de modelagem e documentação eram atualizadas automaticamente para todos os projetos. No caso da Arquitetura, as estações eram compostas por links do corpo da estação, sala operacional, bilheteria e salas técnicas. Os itens não típicos e variáveis conforme as estações eram modelados e documentados no próprio arquivo de cada estação, contendo os bloqueios, passarelas e acessos. O modelo final é, portanto, uma combinação dos links respectivos de cada disciplina que, de maneira fluida, permite a evolução tanto do projeto típico, quanto do específico, de maneira paralela. O conhecimento prévio do processo de trabalho tradicional foi imprescindível para a estruturação da metodologia adotada. Desta forma, foi possível prever e estabelecer mecanismos para suprir as necessidades de evolução e revisão dos projetos sem ferir o cronograma pré-estabelecido. A senioridade da equipe também pode ser considerada como fundamental, pois todo processo que se baseia na automação de informações necessita de posicionamentos críticos, para que o ganho de produtividade seja confiável. Em suma, tanto metodologia, quanto equipe foram essenciais para o atendimento dos requisitos de prazo e qualidade técnica para o desenvolvimento dos projetos das estações típicas da Linha 2 do Metrô Bahia, bem como a viabilização das obras, cujas primeiras finalizações estão previstas para o final de 2016.

 

AUTOR: Sandra Mayumi Morikawa.

T35-Sandra-Morikawa.pdf

T35-Sandra-Mayumi-artigo.pdf

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