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09/30/2016

NOMENCLATURA DAS ESTAÇÕES DA CPTM – METODOLOGIA PARA ESCOLHA DE NOME, CUSTOS E AS CONSEQUÊNCIAS DE SUA ALTERAÇÃO.

NOMENCLATURA DAS ESTAÇÕES DA CPTM – METODOLOGIA PARA ESCOLHA DE NOME, CUSTOS E AS CONSEQUÊNCIAS DE SUA ALTERAÇÃO.
09/30/2016

Descrição: A nomenclatura de uma estação ferroviária, assim como de qualquer equipamento urbano, deve ser de fácil identificação, tanto para quem mora nos arredores, quanto para aqueles que se utilizam do equipamento esporadicamente e precisam identificar o destino ao qual necessitam chegar. Portanto o nome tem um grande peso no desenvolvimento do projeto de uma estação a fim de informar objetivamente sua localização. A escolha da nomenclatura de uma estação ferroviária é realizada por meio de um estudo toponímico (estudo da etimologia e a significação dos nomes de lugares) e histórico da localidade na qual está situada, levando-se em consideração o nome do lugar nos seus aspectos físicos, humanos e culturais, fornecendo assim um verdadeiro testemunho de fatos registrados em vários momentos da vida de uma comunidade. Pode-se dizer que o topônimo identifica o lugar, apresentando indicativos de seus aspectos físicos e antropoculturais. Após esse estudo, realiza-se uma pesquisa qualitativa para referendar a nomenclatura. A alteração da nomenclatura de uma estação confunde as pessoas que já se acostumaram com a identificação tradicional, principalmente após a sua consagração histórica e cultural, e gera um custo alto para o poder público ou o responsável pela operação do sistema de transporte, pois há necessidade de modificar toda a comunicação visual voltada a sua identificação. Este trabalho objetiva demonstrar o custo da alteração da Comunicação Visual apenas nas estações da CPTM. São considerados todos os equipamentos que envolvem a identificação, tamanho, inscrição, valor e custo de mão-de-obra em cada uma das 92 estações. Para o desenvolvimento deste trabalho, seguiu-se as seguintes etapas: • Levantamento das placas de comunicação visual nas 92 estações da CPTM; • Identificação de seus tamanhos e tipos; • Levantamento do número de trens e a quantidade de mapas por carro; • Cálculo do custo geral das placas e da mão-de-obra; • Cálculo dos custos específicos por estação; É importante ressaltar que, quando da alteração de nomenclatura de uma estação, todos os serviços e meios de transportes que fazem referência a ela acabam tendo indiretamente custos. Tais custos são intangíveis para a CPTM, pois as outras empresas também precisam alterar as informações que usam como referência o nome da estação da CPTM, ou seja, o custo e o trabalho para se adequar a mudança, acaba não ficando restrito apenas a empresa responsável. A EMTU, o Metrô e a ViaQuatro são empresas envolvidas diretamente na alteração da nomenclatura de estações da CPTM, porém esses custos não estarão computados neste trabalho, bem como aqueles que abrangem o comércio ao redor da estação, placas de informação de responsabilidade da CET ou de outros órgãos municipais.

 

AUTORES: Clercia Mara De Oliveira Nisti, Thiago Dos Santos Da Silva, Helena Da Silva Andrade

T60-Clercia-Mara.pdf

T60-Clercia-Mara-artigo.pdf

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