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09/27/2017

T10 – MAGLEV METROPOLITANO: MOBILIDADE INOVADORA COM A LEVITAÇÃO MAGNÉTICA

T10 – MAGLEV METROPOLITANO: MOBILIDADE INOVADORA COM A LEVITAÇÃO MAGNÉTICA
09/27/2017

Descrição: A urbanização é um fenômeno mundial que se acelerou após a II Guerra Mundial. As cidades concentram a maior parte dos habitantes dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. No Brasil, de acordo com a metodologia do IBGE aceita mundialmente, a taxa é superior a 80%. No entanto, crescendo até de forma mais acelerada, ocorre a taxa de motorização, congestionando as cidades e reduzindo a paritipação do transporte público na mobilidade. A primeira indicação das vantagens do maglev está na redução do custo da engenharia civil na implantação dos sistemas metroferroviários, onde geralmente responde por 2/3 do custo total. As tuneladoras usadas para a implantação da linha dupla convencional, têm diâmetro em torno de 12m. Como o maglev não tem rodas se inscreve perfeitamente e com maior espaço interno, em túneis de 4m de diâmetro. Sendo o volume escavado e, consequentemente o custo de abertura de túneis, proporcional ao quadrado do diâmetro, apenas com o novo “design” veicular e dois túneis de 4m de diâmetro ao invés de um único de 12m, verifica-se uma redução em torno de 70%. Como o maglev se inscreve em curva vertical e horizontal de 50m de raio e vence rampa de 10%, facilita-se a elaboração de traçados urbanos, minimizando obras civís e desapropriações. No lado operacional, como o motor linear está na linha e não no veículo, a condução é automática (sem maquinista); como não existe atrito (roda, trilhos, rotativos elétricos) a manutenção reduz-se e sendo o veículo fabricado com material compósito a tara veicular por passageiro (170 kg no roda-trilho e 70 kg no maglev) garante uma redução de 40% no consumo de energia no transporte. No Brasil existem 90 cidades com população acima de 300mil habitantes. No trabalho selecionou-se como estudo de caso 10 cidades, de 300 mil habitates até mais de 1 milhão e comparou-se o custo da implantação de novas linhas, tomando como referência os dados do projeto do Metrô de Curitiba. As 10 cidades foram: Petrópolis, Juiz de Fora, Niterói e São Gonçalo (cidades sem transporte sobre trilhos); a expansão do metrô do Rio de Janeiro e cinco cidades operacionais da CBTU (Belo Horizonte, Recife, Maceió, João Pessoa e Natal), totalizando 200km de novas linhas do Maglev Metropolitano, sendo 90% subterrâneas e 10% a céu aberto. O Brasil é dos poucos países que consegue um grande superávite comercial com a China, devido às exportações baseadas no agro negócio. Como na última década mais de 200 milhões de habitantes migrou na China do campo para as cidades, as exportações brasileiras tendem a aumentar. Por outro lado, como o Brasil faz parte dos BRICS, existe abundante oferta de crédito e marcos legais bem definidos para a implantação de projetos de infraestrutura. Portanto, desde que os políticos, empresários e o corpo técnico metroferroviário estejam dispostos a quebrar paradigmas e aceitem a evolução tecnológica como inexorável, é possível crescer o transporte público com redução de custo. Para tal, apresenta-se um fluxograma dos passos necessários.

 

AUTORES:
Eduardo Gonçalves David

Artigo

Apresentação

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