Consequências das paralisações das obras do metrô. Esse é o título de artigo de autoria do presidente da AEAMESP, engenheiro Emiliano Affonso, publicado pela Revista RBC – Brasil Construção, edição nº 11 – 2016.
Em um trecho da análise, Emiliano Affonso afirma: “Das sete linhas metroviárias constante do plano de investimento cinco estão paradas ou com ritmo mais lento do que o previsto. No momento só será implantado o trecho Congonhas -Marginal Pinheiros da Linha 17 — Ouro, com isto ela transportará apenas 1/4 dos passageiros previstos e não atenderá regiões carentes de mobilidade e com comunidades de baixa renda, como a de Paraisópolis, prejudicando duplamente a população, pois as negociações para diminuição dos serviços e extensão dos prazos ou contratação de novas empresas provavelmente onerarão o preço do quilometro do empreendimento”.
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