{"id":11270,"date":"2019-05-09T13:30:32","date_gmt":"2019-05-09T16:30:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=11270"},"modified":"2019-05-09T13:30:32","modified_gmt":"2019-05-09T16:30:32","slug":"t07-desenvolvimento-de-ferramenta-para-gestao-de-emissao-de-gases-de-efeito-estufa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t07-desenvolvimento-de-ferramenta-para-gestao-de-emissao-de-gases-de-efeito-estufa\/","title":{"rendered":"T07 &#8211; Desenvolvimento de ferramenta para gest\u00e3o de emiss\u00e3o de gases de efeito estufa"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:<\/strong> Entre os anos de 2010 a 2013 a empresa, anteriormente denominada ALL \u2013 Am\u00e9rica Latina Log\u00edstica, iniciou os trabalhos de gest\u00e3o de GEE contratando empresa terceira para a elabora\u00e7\u00e3o de invent\u00e1rios, sendo interrompido em 2014, 2015 e 2016. Em virtude da falta de abordagem no assunto, a companhia limitou-se a desenvolver melhorias no processo de Gest\u00e3o GEE. Em 2017, a Rumo com apoio de consultoria, desenvolveu projeto para retomada dos c\u00e1lculos das emiss\u00f5es de GEE, sendo definido processo para coleta de dados e desenvolvimento de ferramenta para realizar o c\u00e1lculo mensal das emiss\u00f5es. Foi analisado o contexto da gest\u00e3o de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas nos cen\u00e1rios nacional e internacional, realizado benchmarking e avalia\u00e7\u00e3o de metodologias aplicadas em outras ferrovias e outros neg\u00f3cios e definida o uso da metodologia GHG Protocol, j\u00e1 adotada nos relat\u00f3rios anteriores e compatibilizada com os invent\u00e1rios das demais empresas do Grupo. Foi escolhida a abordagem de relato por controle operacional. Os gases considerados foram o CO2, CH4 e N2O, para Escopos 1 e 2 definidos pela metodologia como reporte mandat\u00f3rio. Para o racional de c\u00e1lculo das emiss\u00f5es de GEE foi levado em considera\u00e7\u00e3o o fator de atividade da empresa em conjunto com os fatores de emiss\u00e3o constantes e vari\u00e1veis dos combust\u00edveis ou insumos utilizados. Os fatores de emiss\u00e3o adotados foram massa de emiss\u00e3o de GEE por poder calor\u00edfico. Al\u00e9m da contabiliza\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es absolutas da empresa foram inclu\u00eddos no trabalho a contabiliza\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es especificas, que permitem avaliar a efici\u00eancia operacional versus os investimentos e melhorias nos processos. No estudo foram recalculados os dados dos anos 2010 a 2014 e calculado os anos de 2015 a 2017, de forma padronizar a base e permitir vis\u00e3o comparativa entre os anos. Como resultado foi obtido hist\u00f3rico completo das emiss\u00f5es e dados de produ\u00e7\u00e3o dos \u00faltimos 7 anos. De forma geral foi observado que emiss\u00f5es diretas da Rumo apresentaram crescimento entre os anos de 2010 a 2014 e desse per\u00edodo at\u00e9 2016 sofrem queda. O pico de produtividade nos anos avaliados foi no ano de 2017, com um aumento de quase 32% comparado ao ano de 2010. Sob o ponto de vista das fontes das emiss\u00f5es, a combust\u00e3o m\u00f3vel representam 98.3 % do total. Somente a opera\u00e7\u00e3o de sua malha ferrovi\u00e1ria representaram cerca de 96% das emiss\u00f5es absolutas para os anos analisados. Em rela\u00e7\u00e3o as emiss\u00f5es espec\u00edficas, considerando o per\u00edodo de 2010 a 2017, a Rumo evoluiu satisfatoriamente apresentando redu\u00e7\u00e3o de 23% no per\u00edodo. Dentre as diversas a\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos dois anos que contribu\u00edram para este resultado, destaca-se o \u201cProjeto Diesel\u201d que promoveu melhorias nos Postos de Abastecimento de Locomotivas. Foram investimentos em reformas e trocas de equipamentos em 29 estruturas de abastecimento, al\u00e9m da revis\u00e3o dos procedimentos operacionais e treinamento de colaboradores e a\u00e7\u00f5es promovendo o aumento da efici\u00eancia operacional. Conclui-se que, apesar de o transporte ferrovi\u00e1rio ter baixo impacto sobre as mudan\u00e7as do clima quando comparado a outros modais, existe uma necessidade de contabilizar e otimizar as emiss\u00f5es de GEE uma vez que esse modal se apresenta como parte da solu\u00e7\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o destas emiss\u00f5es para o setor de transportes como um todo. Neste contexto, pode se afirmar que o desenvolvimento da ferramenta permitiu a integra\u00e7\u00e3o na rotina do sistema de gest\u00e3o ambiental, assim como a gera\u00e7\u00e3o de conhecimento interno sobre o tema. A contabiliza\u00e7\u00e3o continua das emiss\u00f5es permitiu a emiss\u00e3o de relat\u00f3rios de forma r\u00e1pida, possibilitando a an\u00e1lise de efici\u00eancia operacional em conjunto com desempenho das emiss\u00f5es GEE. Destaca-se ainda que est\u00e3o previstos como pr\u00f3ximos passos do trabalho, a verifica\u00e7\u00e3o por terceira parte do sistema de gest\u00e3o de GEE, assim com estabelecimento de metas e de estrat\u00e9gias de curto, m\u00e9dio e longo prazo de mitiga\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es, considerando projetos de compensa\u00e7\u00e3o e ou com\u00e9rcio de carbono.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTORES:<\/strong><\/p>\n<p><span class=\"fontstyle0\">Mauricio Caetano de Mello \u2013 Rumo Log\u00edstica S.A.<\/span><\/p>\n<p>Renata Twardowsky Ramalho<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/T07.pdf\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/t07.pdf\"><strong>Artigo<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o: Entre os anos de 2010 a 2013 a empresa,&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t07-desenvolvimento-de-ferramenta-para-gestao-de-emissao-de-gases-de-efeito-estufa\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[91],"tags":[118],"class_list":{"0":"post-11270","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-24a","7":"tag-oficina-de-sistemas-eletricos-e-eletronicos"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11270","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11270"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11270\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11270"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11270"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11270"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}