{"id":11351,"date":"2019-05-10T10:47:24","date_gmt":"2019-05-10T13:47:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=11351"},"modified":"2019-05-10T10:47:24","modified_gmt":"2019-05-10T13:47:24","slug":"t30-corredor-oeste-de-exportacao-estado-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t30-corredor-oeste-de-exportacao-estado-parana\/","title":{"rendered":"T30 \u2013 Corredor Oeste de exporta\u00e7\u00e3o do Estado do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Conforme o estudo, que fez uma pesquisa sobre a origem e o destino das cargas movimentadas pelo porto de Paranagu\u00e1, o Estado tem forte participa\u00e7\u00e3o no setor do agroneg\u00f3cio. A agricultura paranaense \u00e9 hoje respons\u00e1vel por aprox. 20% da produ\u00e7\u00e3o nacional de gr\u00e3os. O porto de Paranagu\u00e1 \u00e9 o 2\u00ba maior do Brasil em transporte de cargas, e possui uma movimenta\u00e7\u00e3o de aproximadamente 45 MI TON\/ano de produtos, somadas as exporta\u00e7\u00f5es e importa\u00e7\u00f5es. Como cen\u00e1rio futuro verificou-se que o Porto espera movimentar at\u00e9 2025, 60 MI TON e seu Plano Mestre de 2012 projeta uma demanda de 75 MI TON\/ano em 2030, concluindo-se que ser\u00e3o necess\u00e1rios investimentos na amplia\u00e7\u00e3o da capacidade de transporte. Considerando as caracter\u00edsticas da carga (em sua maioria gr\u00e3os que possuem baixo valor agregado) e o desequil\u00edbrio dos modais (80% desta carga \u00e9 transportada por via rodovi\u00e1ria), o Estado do Paran\u00e1, com base nos estudos realizados e na consulta a usu\u00e1rios, concluiu no presente trabalho que o modal ferrovi\u00e1rio \u00e9 o que mais deve ser incentivado, em busca de um equil\u00edbrio no transporte de cargas, uma redu\u00e7\u00e3o de custos log\u00edsticos e maiores ganhos ambientais. Para analisar a viabilidade da proposta, o estudo dividiu o Estado em tr\u00eas grandes regi\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o agr\u00edcola: Norte, Oeste, e Regi\u00e3o Metropolitana de Curitiba (RMC) e Litoral. Foi definida a \u00e1rea de influ\u00eancia da ferrovia existente e calculado o potencial de produ\u00e7\u00e3o para 2035 de cada uma delas, bem como a carga escoada pelas ferrovias, com dados das concession\u00e1rias (FERROESTE e RUMO). Foram tamb\u00e9m levantadas as necessidades de cada trecho para permitir a amplia\u00e7\u00e3o da carga a ser transportada. Concluiu-se que o trecho que mais traria retorno era o composto pela regi\u00e3o Oeste e pela RMC e Litoral, que forma um corredor denominado ent\u00e3o de \u201cCorredor Oeste de Exporta\u00e7\u00e3o do Paran\u00e1\u201d. Este corredor, al\u00e9m do transporte gerado pela produ\u00e7\u00e3o local est\u00e1 na rota do transporte da carga destinada \u00e0 exporta\u00e7\u00e3o das regi\u00f5es Norte e Oeste e possui potencial de atrair cargas de estados pr\u00f3ximos, como MS, MT, SP, GO e SC. A ferrovia que atende o porto no sentido Oeste-Litoral foi constru\u00edda em 1885 e atravessa a Serra do Mar, sendo de interesse cultural e tur\u00edstico. Sua geometria limita a capacidade de transporte em 10 MI TON\/ano. A concession\u00e1ria conta com um plano de moderniza\u00e7\u00e3o que envolve melhorias importantes, mas que n\u00e3o resolvem definitivamente o problema da capacidade da ferrovia. Assim, a solu\u00e7\u00e3o seria a implanta\u00e7\u00e3o de uma nova ferrovia ligando Mato Grosso do Sul ao complexo portu\u00e1rio do PR, com solu\u00e7\u00f5es para a Serra do Mar e os gargalos da Serra da Esperan\u00e7a, entre Guarapuava e Ponta Grossa, para o trecho que cruza a RMC e para a necessidade de expans\u00e3o de p\u00e1tios e a falta de centros de distribui\u00e7\u00e3o, plataformas intermodais e armaz\u00e9ns de estocagem ao longo da ferrovia. Ainda, foram estudadas alternativas a fim de resolver defici\u00eancias na regulamenta\u00e7\u00e3o atual, que na pr\u00e1tica acaba favorecendo a predomin\u00e2ncia de apenas um operador n\u00e3o permitindo que o direito de passagem seja exercido plenamente. Por meio dos estudos e informa\u00e7\u00f5es apresentados, concluiu-se que o PR, especialmente o corredor oeste, disp\u00f5e de um volume de cargas que garante a viabilidade econ\u00f4mica dos investimentos em um sistema de transporte ferrovi\u00e1rio, viabilizado pelo aumento o volume atual movimentado por trens de menos de 9 milh\u00f5es de toneladas por ano para 30 MI TON, mais que tr\u00eas vezes o volume atual.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTORES:<\/strong><\/p>\n<p>Murilo Noronha da Luz \u2013 Sec. de Plan. e Coord. Geral do Paran\u00e1<\/p>\n<p>Patricia Cherobim<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/T30.pdf\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0Conforme o estudo, que fez uma pesquisa sobre a origem&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t30-corredor-oeste-de-exportacao-estado-parana\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[91],"tags":[118],"class_list":{"0":"post-11351","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-24a","7":"tag-oficina-de-sistemas-eletricos-e-eletronicos"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11351","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11351"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11351\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11351"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11351"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11351"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}