{"id":14075,"date":"2022-04-27T14:08:25","date_gmt":"2022-04-27T17:08:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=14075"},"modified":"2022-04-27T14:08:25","modified_gmt":"2022-04-27T17:08:25","slug":"nova-carta-manifesto-condena-substituicao-sistema-de-vlt-veiculo-leve-sobre-trilhos-de-cuiaba-e-varzea-grande-por-um-corredor-de-onibus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/nova-carta-manifesto-condena-substituicao-sistema-de-vlt-veiculo-leve-sobre-trilhos-de-cuiaba-e-varzea-grande-por-um-corredor-de-onibus\/","title":{"rendered":"Nova Carta Manifesto condena a substitui\u00e7\u00e3o do sistema de VLT (Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos) de Cuiab\u00e1 e V\u00e1rzea Grande por um corredor de \u00f4nibus"},"content":{"rendered":"<p><em><strong>Firmaram o documento cinco entidades:\u00a0 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria (ABIFER), Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros e Arquitetos de Metr\u00f4 (AEAMESP),\u00a0 Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Estradas de Ferro (ALAF),\u00a0\u00a0 Instituto de Engenharia de S\u00e3o Paulo (IE) e Sindicato Interestadual da Ind\u00fastria de Materiais e Equipamentos Ferrovi\u00e1rios e Rodovi\u00e1rios (SIMEFRE)<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Uma segunda<em>\u00a0Carta Manifesto<\/em>, firmada por cinco entidades \u2014 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria (ABIFER), Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros e Arquitetos de Metr\u00f4 (AEAMESP),\u00a0 Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Estradas de Ferro (ALAF),\u00a0\u00a0 Instituto de Engenharia de S\u00e3o Paulo (IE) e Sindicato Interestadual da Ind\u00fastria de Materiais e Equipamentos Ferrovi\u00e1rios e Rodovi\u00e1rios (SIMEFRE)\u00a0\u2014 afirma que \u201cno melhor interesse p\u00fablico, zelo da coisa p\u00fablica e melhor uso dos recursos p\u00fablicos\u201d, o edital sobre a implanta\u00e7\u00e3o de um sistema de BRT (Bus Rapid Transit), com opera\u00e7\u00e3o de \u00f4nibus, interligando as cidades de Cuiab\u00e1 e V\u00e1rzea Grande, no Mato Grosso, \u201cdeve ser cancelado\u201d e as obras do sistema de VLT (Ve\u00edculo Leve sobre Trilhos) j\u00e1 parcialmente implantando, devem ser\u00a0 \u201cimediatamente retomadas e conclu\u00eddas\u201d.<\/p>\n<p><strong>PONTOS NEGATIVOS<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s argumenta\u00e7\u00e3o circunstanciada, na parte conclusiva, a\u00a0<em>Carta Manifesto<\/em>\u00a0apresenta 12 aspectos negativos para condenar a tentativa de implanta\u00e7\u00e3o o BRT. Em linhas gerais, esses pontos sustentam que a ideia do sistema de BRT n\u00e3o est\u00e1 convenientemente concebida e projetada.<\/p>\n<p>O documento diz que o sistema de BRT proposto \u201cn\u00e3o melhorar\u00e1 a mobilidade urbana de Cuiab\u00e1, V\u00e1rzea Grande e sua integra\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio\u201d e que n\u00e3o \u00e9 efetivamente um BRT, mas, sim, \u201cuma faixa exclusiva para o transporte p\u00fablico\u201d.<\/p>\n<p>Assevera que a proposta n\u00e3o dispunha de projeto b\u00e1sico quando da tomada de decis\u00e3o pela troca de modal, n\u00e3o dispunha dos projetos de desapropria\u00e7\u00f5es e n\u00e3o tinha as necess\u00e1rias licen\u00e7as pr\u00e9vias ambientais por ocasi\u00e3o do lan\u00e7amento do edital. \u201cN\u00e3o precisaria ter lan\u00e7ado como RDCI [Regime Diferenciado de Contrata\u00e7\u00e3o Integrada], tivesse, ao menos, as licen\u00e7as pr\u00e9vias e projeto b\u00e1sico\u201d, frisa a\u00a0<em>Carta Manifesto<\/em>.<\/p>\n<p>Outros pontos criticados: [o BRT] n\u00e3o requerer\u00e1 apenas R$ 430 milh\u00f5es de investimentos, mas sim R$ 820 milh\u00f5es, \u201cquase o dobro\u201d; n\u00e3o seria mais barato que a conclus\u00e3o do VLT (pelos valores apresentados pelo Governo); n\u00e3o ter\u00e1 uma tarifa de R$ 3,04, mas sim em torno a R$ 5,70, portanto, superior \u00e0 do VLT.<\/p>\n<p>E mais: a ideia n\u00e3o se enquadra como um\u00a0BRT de fato, o que comprometer\u00e1 sua financiabilidade; n\u00e3o dispunha de todos os elementos t\u00e9cnico-operacionais e valores para propor uma mudan\u00e7a de modal, e n\u00e3o ficaria pronto em 24 meses, mas sim em 50 meses, portanto, n\u00e3o estar\u00e1 dispon\u00edvel para uso da popula\u00e7\u00e3o antes de meados de 2025.<\/p>\n<p><strong>DEFESA DO VLT<\/strong><\/p>\n<p>A\u00a0<em>Carta Manifesto<\/em>\u00a0\u00e9 enf\u00e1tica quanto \u00e0 necessidade de conclus\u00e3o e coloca\u00e7\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o do sistema de VLT parcialmente constru\u00eddo: \u201cSim, \u00e9 a melhor alternativa para a mobilidade urbana de Cuiab\u00e1, V\u00e1rzea Grande e sua integra\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>O documento afirma que o projeto do VLT possui todos os pr\u00e9-requisitos de licen\u00e7a ambiental, projetos b\u00e1sico e executivo, e projetos de desapropria\u00e7\u00f5es. E que se trata de \u201cum modal mais seguro, eficiente, moderno e transformador urban\u00edstico que o BRT\u201d, sendo tamb\u00e9m mais barato conclu\u00ed-lo do que substitu\u00ed-lo pelo BRT proposto.<\/p>\n<p>Afirma ainda que a\u00a0 tarifa do VLT ser\u00e1 menor que a do BRT, e que o governo dispunha, em caixa,\u00a0 saldo de financiamento pr\u00e9-aprovado, de todo o valor necess\u00e1rio para concluir o VLT, e dever\u00e1 ficar pronto antes que o BRT ficaria.<\/p>\n<p>Por fim, sublinha que o VLT \u00e9 constru\u00eddo para operar por 30 anos, renov\u00e1veis, enquanto o BRT n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de operar por mais de 10 ou 12 anos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.aeamesp.org.br\/blog\/2a-carta-manifesto-vlt-cuiaba-varzea-grande-x-brt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em><strong>Leia a nova Carta Manifesto<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Firmaram o documento cinco entidades:\u00a0 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria Ferrovi\u00e1ria&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/nova-carta-manifesto-condena-substituicao-sistema-de-vlt-veiculo-leve-sobre-trilhos-de-cuiaba-e-varzea-grande-por-um-corredor-de-onibus\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14076,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[68,69],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14075","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-news-boletim","8":"category-noticias"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14075","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14075"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14075\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14075"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14075"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14075"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}