{"id":14999,"date":"2019-11-01T10:46:43","date_gmt":"2019-11-01T13:46:43","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=11760"},"modified":"2019-11-01T10:46:43","modified_gmt":"2019-11-01T13:46:43","slug":"t14-novos-indicadores-para-avaliacao-de-redes-de-transporte-coletivo-estruturais-e-sua-aplicacao-leonardo-lisboa-metro-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t14-novos-indicadores-para-avaliacao-de-redes-de-transporte-coletivo-estruturais-e-sua-aplicacao-leonardo-lisboa-metro-sp\/","title":{"rendered":"T14 \u2013 Novos indicadores para avalia\u00e7\u00e3o de redes de transporte coletivo estruturais e sua aplica\u00e7\u00e3o \u2013 Leonardo Lisb\u00f4a \u2013 Metr\u00f4 SP"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o proposta guiou a estrutura\u00e7\u00e3o e a metodologia desenvolvida para a elabora\u00e7\u00e3o do estudo e contou com algumas etapas.<\/p>\n<p>Previamente, foi realizado um levantamento dos principais indicadores de avalia\u00e7\u00e3o de redes propostos em planos de linhas e de redes de metr\u00f4 para S\u00e3o Paulo, visando averiguar se ocorreu a avalia\u00e7\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o entre acessibilidade e uso do solo e se havia uma metodologia comum aos estudos e quais foram suas fontes prim\u00e1rias de informa\u00e7\u00f5es. Igualmente, foi feita uma verifica\u00e7\u00e3o das principais diretrizes relacionadas ao desenvolvimento urbano e aos transportes, presentes na legisla\u00e7\u00e3o relacionada ao tema estudado \u2013 acessibilidade e uso do solo (estatutos da Cidade e da Metr\u00f3pole, Pol\u00edtica Nacional de Mobilidade Urbana, Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado e planos diretores estrat\u00e9gicos do Munic\u00edpio de S\u00e3o Paulo), da qual se p\u00f4de extrair de que forma a supera\u00e7\u00e3o dos contrastes presentes nas cidades poderia ser alavancada pelas redes de transporte coletivo estruturais.<\/p>\n<p>Essa an\u00e1lise dos indicadores existentes e das diretrizes orientaram a produ\u00e7\u00e3o de dois novos indicadores para avalia\u00e7\u00e3o de redes de transporte estruturais:<\/p>\n<p>\u2022 Propor\u00e7\u00e3o de atendimento direto da rede em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea urbanizada da metr\u00f3pole (P), aplicado \u00e0s trinta e sete redes de metr\u00f4 propostas para S\u00e3o Paulo, que foram levantadas durante a elabora\u00e7\u00e3o da tese;<\/p>\n<p>\u2022 Cobertura da rede em rela\u00e7\u00e3o a atividades espec\u00edficas no territ\u00f3rio (C), aplicadas \u00e0s atuais redes e uso do solo de Londres, Paris e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A metodologia de elabora\u00e7\u00e3o de indicadores ser\u00e1 apresentada no artigo.<\/p>\n<p>O indicador P mostra o grau de cobertura que as redes de metr\u00f4 propiciam \u00e0s \u00e1reas urbanizadas das regi\u00f5es estudadas. Esse indicador, per se, torna mais rica as compara\u00e7\u00f5es comumente utilizadas entre redes de transporte estruturais (extens\u00f5es de linhas, por exemplo). \u00canfase maior, por\u00e9m, ser\u00e1 dada ao Indicador C, aplicado \u00e0s redes sobre trilhos de Londres, Paris e S\u00e3o Paulo (RMSP) cujos resultados permitem n\u00e3o s\u00f3 mostrar a ader\u00eancia entre as redes de transporte estruturais e as principais atividades analisadas (empregos e habita\u00e7\u00e3o) para Londres, Paris e S\u00e3o Paulo, como tamb\u00e9m estabelecer comparabilidade entre essas cidades e tamb\u00e9m internamente a estratos distintos de cada cidade &#8211; por\u00e7\u00f5es territoriais distintas. Essa an\u00e1lise permitiu comprovar a hip\u00f3tese lan\u00e7ada.<\/p>\n<p>A \u00faltima parte do artigo discutir\u00e1 par\u00e2metros para defini\u00e7\u00e3o de uma rede de transporte estrutural futura que utiliza como base os indicadores propostos no artigo e um estudo sobre d\u00e9ficit de infraestrutura de transporte realizado pelo BNDES.<\/p>\n<p><small>Considera-se rede de transporte coletivo de car\u00e1ter estrutural um sistema de transporte coletivo composto por linhas de trem metropolitano, metr\u00f4, metr\u00f4 leve, ve\u00edculo leve sobre trilhos e corredores de \u00f4nibus, que operam hierarquicamente integrados.<\/small><\/p>\n<p>Declaro que o presente trabalho \u00e9 in\u00e9dito, n\u00e3o tendo sido publicado em livro, revistas especializadas ou na imprensa em geral.<\/p>\n<p><em>Leonardo Cleber Lima Lisb\u00f4a<\/em><br \/>\n<em>Graduado em 2004 pela FAUUSP, doutor em planejamento urbano e regional pelo programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da FAUUSP, tese &#8220;Transporte de Londres, Paris e S\u00e3o Paulo: aspectos fundamentais do planejamento e expans\u00e3o das redes de transporte estruturais e sua rela\u00e7\u00e3o com a organiza\u00e7\u00e3o do tecido urbano&#8221;, com a produ\u00e7\u00e3o de indicadores para avalia\u00e7\u00e3o de redes de transporte estruturais em rela\u00e7\u00e3o ao uso do solo urbano. Trabalha h\u00e1 10 anos com planejamento de expans\u00e3o da rede metroferrovi\u00e1ria na Companhia do Metropolitano de S\u00e3o Paulo. Escreveu diversos artigos t\u00e9cnicos relacionados ao tema &#8220;transporte&#8221;.<\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.semanadetecnologia.com.br\/25semana\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/T14_ID32_artigo_indicadoresavaliacaoderedes.pdf\">Artigo<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.semanadetecnologia.com.br\/25semana\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/T14_ID32_apresentacao_indicadoresavaliacaoderedes.pdf\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.semanadetecnologia.com.br\/25semana\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/T14_ID32_sintese_indicadoresavaliacaoderedes.pdf\">S\u00edntese<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o: A discuss\u00e3o proposta guiou a estrutura\u00e7\u00e3o e a metodologia&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t14-novos-indicadores-para-avaliacao-de-redes-de-transporte-coletivo-estruturais-e-sua-aplicacao-leonardo-lisboa-metro-sp\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[92],"tags":[],"class_list":{"0":"post-14999","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-25a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14999","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14999"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14999\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14999"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14999"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14999"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}