{"id":6500,"date":"2016-09-30T13:22:08","date_gmt":"2016-09-30T16:22:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=6500"},"modified":"2016-09-30T13:22:08","modified_gmt":"2016-09-30T16:22:08","slug":"automatizacao-do-ponto-da-categoria-c","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/automatizacao-do-ponto-da-categoria-c\/","title":{"rendered":"AUTOMATIZA\u00c7\u00c3O DO PONTO DA CATEGORIA C"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>O processo de apontamento de frequ\u00eancia da categoria C adotado na VLI, anteriormente mostrava-se arcaico. Os membros desta categoria preenchiam manualmente uma caderneta com todas as atividades realizadas. Ap\u00f3s a conclus\u00e3o da jornada de trabalho, era entregue ao T\u00e9cnico de Opera\u00e7\u00f5es Ferrovi\u00e1rias que registrava todos os eventos realizados no sistema de equipagem \u2013 Equipfer. Portanto, n\u00e3o era poss\u00edvel auditar 100% dos lan\u00e7amentos, e nem mesmo o acompanhamento on-time das atividades exercidas. Sendo o \u00faltimo, poss\u00edvel apenas no fechamento da folha de pagamento. No fechamento mensal, o supervisor do campo validava os lan\u00e7amentos e a base de dados, enviada para um sistema de Gerenciamento de Frequ\u00eancia, que efetuava o c\u00e1lculo de tempo das atividades e em seguida registrava os dados no Recursos Humanos Web, onde gerava folha de pagamento. Caso fosse necess\u00e1ria realizar altera\u00e7\u00e3o de frequ\u00eancia, este procedimento era liberado, sem que gerasse hist\u00f3rico das altera\u00e7\u00f5es. Al\u00e9m disso, a regra que tangia o cadastro das atividades no sistema \u00e9 que deveria ser feito at\u00e9 a data de fechamento da folha, ou seja, cada localidade tinha uma periodicidade de lan\u00e7amentos n\u00e3o sendo poss\u00edvel acompanhar qualquer indicador de efetivo antes do fechamento. Ent\u00e3o, observou-se que havia oportunidade de automatizar o registro de frequ\u00eancia da categoria C atrav\u00e9s das macros de \u201cEntrada de Maquinista\u201d e \u201cSa\u00edda de Maquinista\u201d que s\u00e3o enviados pelo computador de bordo das locomotivas, armazenados no banco de dados do sistema ACT e posteriormente alimenta o Equipfer. Elas devem ser envidas quando os membros da categoria assumem o trem, realizam invers\u00e3o no trecho e finalizam sua jornada, registrando as atividades \u201cEm trem\u201d e \u201cExtra trem\u201d. As demais atividades de aus\u00eancia, como folga, licen\u00e7a m\u00e9dia e demais aus\u00eancias legais, tamb\u00e9m s\u00e3o registradas no Equipfer, por\u00e9m s\u00e3o cadastradas a partir de desktops ou smartphones, estejam eles conectados ou n\u00e3o, na rede corporativa. O Equipfer tamb\u00e9m foi reestruturado para que a empresa consolide esses dados e realize a gest\u00e3o do apontamento da jornada e dos custos, em tempo real. Al\u00e9m disso, quando h\u00e1 inconsist\u00eancias no lan\u00e7amento, o sistema detecta, a macro \u00e9 encaminhada para uma tela no sistema de equipagem e o ponto focal de cada localidade realiza o acerto. Para toda altera\u00e7\u00e3o que for realizada, o empregado e seu supervisor s\u00e3o informados, sendo necess\u00e1rio que o primeiro entre no Equipfer com seu login e senha para validar as altera\u00e7\u00f5es. Vale ressaltar que o hist\u00f3rico de altera\u00e7\u00f5es bem como as informa\u00e7\u00f5es de quem as efetuou, fica salvo no sistema. Em atendimento \u00e0 premissa do Departamento Jur\u00eddico VLI e \u00e0 clausula 62 do ACT VLI, com esta funcionalidade garante-se a inviolabilidade dos registros sem justificativas registradas e evidenciadas pelo pr\u00f3prio sistema. Considerando os benef\u00edcios da automatiza\u00e7\u00e3o do ponto, entendeu-se que esta seria uma boa alternativa para auxiliar a VLI a simplificar processos e aumentar a produtividade da categoria C, como de fato est\u00e1 acontecendo atualmente. Portanto, com o sistema implantando e em uso na fase de opera\u00e7\u00e3o assistida, j\u00e1 \u00e9 not\u00e1vel o aumento da efici\u00eancia do processo, elimina\u00e7\u00e3o de retrabalho no cadastro do ponto dos maquinistas e demais membros da categoria, melhoria na gest\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o (atualiza\u00e7\u00e3o mais frequente e confi\u00e1vel) e maior rastreabilidade dos dados. Ainda, reestruturam-se 4 pilares envolvidos neste processo, sendo eles: *1\u00ba: Categoria C, com o papel de efetuar os registros da sua jornada no sistema e validar as atividades inconsistentes sempre que houver altera\u00e7\u00e3o do ponto; *2\u00ba: Opera\u00e7\u00e3o campo, acompanhando os registros das atividades pelos empregados, bem como realizando o acerto das inconsist\u00eancias em casos de localidades onde n\u00e3o tem escala centralizada; *3\u00ba: Central de escala, a fim de determinar a convoca\u00e7\u00e3o de maquinistas, controlar trocas, dar apoio ao campo e atuar nas inconsist\u00eancias. *4\u00ba: Programador, a partir do acompanhamento da execu\u00e7\u00e3o do planejamento, garantindo programa\u00e7\u00e3o do sistema, efetuando os ajustes e corre\u00e7\u00e3o da escala di\u00e1ria no sistema Equipfer.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTORES: Layce Su\u00e9llen De Oliveira Alves, Andr\u00e9 Lu\u00eds Ara\u00fajo,\u00a0Nat\u00e1lia Cunha Fahel<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T39-Layce-Alves.pdf\" target=\"_blank\">T39-Layce-Alves.pdf<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T39-Layce-Su\u00e9llen-artigo.pdf\" target=\"_blank\">T39-Layce-Su\u00e9llen-artigo.pdf<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0O processo de apontamento de frequ\u00eancia da categoria C adotado&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/automatizacao-do-ponto-da-categoria-c\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[89],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6500","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-22a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6500","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6500"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6500\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6500"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6500"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6500"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}