{"id":6528,"date":"2016-09-30T13:33:52","date_gmt":"2016-09-30T16:33:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=6528"},"modified":"2016-09-30T13:33:52","modified_gmt":"2016-09-30T16:33:52","slug":"estudo-de-caso-do-sistema-de-trafego-centralizado-no-cco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/estudo-de-caso-do-sistema-de-trafego-centralizado-no-cco\/","title":{"rendered":"ESTUDO DE CASO DO SISTEMA DE TR\u00c1FEGO CENTRALIZADO NO CCO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>O trabalho que aqui ser\u00e1 descrito foi elaborado como Monografia do Curso de Tecnologia Metro ferrovi\u00e1ria, pela USP (Universidade de S\u00e3o Paulo) sendo aprovado pela banca de Prof. Doutores em maio\/2016. Como citado, a proposta foi a an\u00e1lise para aumento da disponibilidade do CCO, de forma mais espec\u00edfica o SCTC, onde ap\u00f3s um per\u00edodo de avalia\u00e7\u00e3o e levantamento das falhas dos \u00faltimos dois anos (2014 e 2015), chegou-se ao diagn\u00f3stico que 85% das falhas de dentro do CCO, que interferiam diretamente na disponibilidade do CCO, estavam relacionados ao SCADA. Assim, foi proposto um Estudo de Caso espec\u00edfico deste sistema visando maior estabilidade e disponibilidade, onde consistiu em identificar a origem das falhas do sistema SCADA para que fosse levantado um mapa de situa\u00e7\u00f5es, onde ap\u00f3s rigorosa an\u00e1lise foi poss\u00edvel identificar que os problemas se concentravam no processamento das informa\u00e7\u00f5es, pois grande parte das resolu\u00e7\u00f5es eram atua\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s de comandos l\u00f3gicos, reinicializa\u00e7\u00e3o de servidores e IHM\u00b4s e recarga de tabelas. Com tais par\u00e2metros e demais avalia\u00e7\u00f5es, foi comprovado que o SCADA tinha um comportamento extremamente inst\u00e1vel, gerando picos de falhas peri\u00f3dicos, onde no gr\u00e1fico a representa\u00e7\u00e3o assemelhava \u2013 se muito com formatos \u201cdente de serra\u201d. A partir deste ponto, o estudo foi direcionado para a forma da arquitetura do sistema SCADA e principalmente nos modos de configura\u00e7\u00e3o de redund\u00e2ncia que o sistema foi concebido. Assim, com o intuito de identificar e caracterizar melhor o problema da instabilidade, foi proposto dois per\u00edodos de testes comportamentais do SCADA. O primeiro consistiu em manter todo o sistema em modo de redund\u00e2ncia tipo Hot-Standby (original de projeto onde um servidor fica ativo e encarregado por executar a aplica\u00e7\u00e3o, sendo o outro apto a entrar em caso de qualquer falha do primeiro de forma transparente ao sistema) e sem nenhuma interven\u00e7\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o (reset, desligamentos, reinicializa\u00e7\u00f5es), onde em um trabalho conjunto entre manuten\u00e7\u00e3o e opera\u00e7\u00e3o, houve o monitoramento em tempo real da resposta ao longo dos dias. Este primeiro teste teve dura\u00e7\u00e3o de 6 meses e o resultado foi um n\u00famero crescente de falhas associado a muitos problemas de controle e supervis\u00e3o por parte dos operadores do sistema (lentid\u00e3o nos comandos e respostas das indica\u00e7\u00f5es, dificuldades na efetiva\u00e7\u00e3o de rotas, etc). No segundo per\u00edodo de testes a proposta foi manter o Sistema em outro modo de configura\u00e7\u00e3o chamado Hot-Inativo (onde um servidor fica ativo e encarregado da aplica\u00e7\u00e3o e o outro fica declarado na rede e recebendo as informa\u00e7\u00f5es de campo, por\u00e9m n\u00e3o assume automaticamente). Para surpresa, nesta forma de configura\u00e7\u00e3o as falhas tiveram um comportamento decrescente e o sistema apresentou uma estabilidade muito grande, tanto que, o per\u00edodo proposto de teste que era de 6 meses se estendeu para 9 meses. Portanto, como produto deste estudo, foi provado que a configura\u00e7\u00e3o utilizada apresentava graves problemas intr\u00ednsecos na aplica\u00e7\u00e3o que provocava instabilidades e consequentes transtornos operacionais, sendo assim proposto para a CPTM a utiliza\u00e7\u00e3o dos servidores na configura\u00e7\u00e3o Hot-Inativo, pois com este modo de funcionamento o sistema se comporta com grande estabilidade, garantindo portanto ao SCADA tempos de resposta satisfat\u00f3rios, aumento do MTBF, diminui\u00e7\u00e3o de paradas dos equipamento seguidas de interrup\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o, proporcionando assim maior disponibilidade do sistema para \u00e0 opera\u00e7\u00e3o, com ganho direto para os usu\u00e1rios do sistema. Desta forma, este modelo do sistema SCADA foi aceito e atualmente \u00e9 a configura\u00e7\u00e3o utilizado pela CPTM.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTOR: Robson Sirineu Silva Santos<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T41-Robson-Sirineu.pdf\" target=\"_blank\">T41-Robson-Sirineu.pdf<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T41-Robson-Sirineu-artigo.pdf\" target=\"_blank\">T41-Robson-Sirineu-artigo.pdf<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0O trabalho que aqui ser\u00e1 descrito foi elaborado como Monografia&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/estudo-de-caso-do-sistema-de-trafego-centralizado-no-cco\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[89],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6528","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-22a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6528","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6528"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6528\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6528"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6528"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6528"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}