{"id":6551,"date":"2016-09-30T13:40:50","date_gmt":"2016-09-30T16:40:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=6551"},"modified":"2016-09-30T13:40:50","modified_gmt":"2016-09-30T16:40:50","slug":"metodologia-de-projeto-para-desenvolvimento-em-bim-das-estacoes-da-linha-2-metro-bahia-salvador-2014-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/metodologia-de-projeto-para-desenvolvimento-em-bim-das-estacoes-da-linha-2-metro-bahia-salvador-2014-2016\/","title":{"rendered":"METODOLOGIA DE PROJETO PARA DESENVOLVIMENTO EM BIM DAS ESTA\u00c7\u00d5ES DA LINHA 2 METR\u00d4 BAHIA \u2013 SALVADOR, 2014-2016"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>A Linha 2 do Metr\u00f4 Bahia \u00e9 formada por 12 esta\u00e7\u00f5es que conectam o centro de Salvador ao Aeroporto Internacional. Dentre elas, 9 esta\u00e7\u00f5es se encontram ao longo da Av. Paralela e, por apresentarem configura\u00e7\u00f5es similares, receberam solu\u00e7\u00f5es construtivas t\u00edpicas. Seu desenvolvimento em BIM garantiu ganhos de produ\u00e7\u00e3o e qualidade, permitindo o compartilhamento dos modelos e sua documenta\u00e7\u00e3o. As esta\u00e7\u00f5es, desenvolvidas dentro de um cronograma compacto, necessitariam de equipes sobrepostas em a\u00e7\u00e3o simult\u00e2neas dentro de um processo de trabalho tradicional, em 2D. Embora as solu\u00e7\u00f5es buscassem sempre a tipifica\u00e7\u00e3o, as nove esta\u00e7\u00f5es apresentam dois tipos de plataformas (centrais e laterais), combinadas com dois tipos de salas operacionais (centrais ou laterais), diferentes bilheterias e conjuntos de salas t\u00e9cnicas. Ou seja, apesar das solu\u00e7\u00f5es t\u00edpicas, o trabalho necessitava de uma matriz de solu\u00e7\u00f5es, viabilizando diversas combina\u00e7\u00f5es distintas. A escolha pelo processo BIM, diante deste contexto de projeto e cronograma, viabilizou o desenvolvimento simult\u00e2neo das esta\u00e7\u00f5es com uma s\u00f3 equipe por disciplina. Ademais, a oportunidade do desenvolvimento do trabalho com modelos interdependentes de Arquitetura, Estruturas de Concreto, Met\u00e1lica, El\u00e9trica, Hidr\u00e1ulica e Mec\u00e2nica tamb\u00e9m refor\u00e7ou a confiabilidade das solu\u00e7\u00f5es, rapidamente levantadas e discutidas de maneira hol\u00edstica. Diante do desafio de unir seis disciplinas e duas empresas distintas em um processo conjunto, os trabalhos foram divididos em duas etapas. A etapa inicial, de prepara\u00e7\u00e3o, deu-se durante a concep\u00e7\u00e3o inicial das esta\u00e7\u00f5es em 2D, onde, em paralelo, foram realizadas reuni\u00f5es com os Coordenadores BIM de cada empresa, Supervisores BIM de cada disciplina e consultores externos para que a estrat\u00e9gia e o contexto t\u00e9cnico j\u00e1 estivessem estabelecidos para a segunda etapa, a de desenvolvimento do projeto em BIM. A estrutura de trabalho baseou-se na decomposi\u00e7\u00e3o das esta\u00e7\u00f5es em diferentes partes (links). Desta forma, o mesmo link \u00e9 utilizado em mais de uma esta\u00e7\u00e3o, otimizando o trabalho de modelagem e documenta\u00e7\u00e3o. Por exemplo, o mesmo arquivo link das salas operacionais (SO-A1) foi utilizado para todas as esta\u00e7\u00f5es centrais e todas as altera\u00e7\u00f5es de projeto realizadas nele de modelagem e documenta\u00e7\u00e3o eram atualizadas automaticamente para todos os projetos. No caso da Arquitetura, as esta\u00e7\u00f5es eram compostas por links do corpo da esta\u00e7\u00e3o, sala operacional, bilheteria e salas t\u00e9cnicas. Os itens n\u00e3o t\u00edpicos e vari\u00e1veis conforme as esta\u00e7\u00f5es eram modelados e documentados no pr\u00f3prio arquivo de cada esta\u00e7\u00e3o, contendo os bloqueios, passarelas e acessos. O modelo final \u00e9, portanto, uma combina\u00e7\u00e3o dos links respectivos de cada disciplina que, de maneira fluida, permite a evolu\u00e7\u00e3o tanto do projeto t\u00edpico, quanto do espec\u00edfico, de maneira paralela. O conhecimento pr\u00e9vio do processo de trabalho tradicional foi imprescind\u00edvel para a estrutura\u00e7\u00e3o da metodologia adotada. Desta forma, foi poss\u00edvel prever e estabelecer mecanismos para suprir as necessidades de evolu\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o dos projetos sem ferir o cronograma pr\u00e9-estabelecido. A senioridade da equipe tamb\u00e9m pode ser considerada como fundamental, pois todo processo que se baseia na automa\u00e7\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es necessita de posicionamentos cr\u00edticos, para que o ganho de produtividade seja confi\u00e1vel. Em suma, tanto metodologia, quanto equipe foram essenciais para o atendimento dos requisitos de prazo e qualidade t\u00e9cnica para o desenvolvimento dos projetos das esta\u00e7\u00f5es t\u00edpicas da Linha 2 do Metr\u00f4 Bahia, bem como a viabiliza\u00e7\u00e3o das obras, cujas primeiras finaliza\u00e7\u00f5es est\u00e3o previstas para o final de 2016.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTOR:\u00a0Sandra Mayumi Morikawa.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T35-Sandra-Morikawa.pdf\" target=\"_blank\">T35-Sandra-Morikawa.pdf<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T35-Sandra-Mayumi-artigo.pdf\" target=\"_blank\">T35-Sandra-Mayumi-artigo.pdf<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0A Linha 2 do Metr\u00f4 Bahia \u00e9 formada por 12&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/metodologia-de-projeto-para-desenvolvimento-em-bim-das-estacoes-da-linha-2-metro-bahia-salvador-2014-2016\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[89],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6551","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-22a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6551","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6551"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6551\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6551"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6551"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6551"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}