{"id":6596,"date":"2016-09-30T14:04:52","date_gmt":"2016-09-30T17:04:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=6596"},"modified":"2016-09-30T14:04:52","modified_gmt":"2016-09-30T17:04:52","slug":"trens-regionais-e-o-sistema-tmtboxcargo-para-o-transporte-de-cargas-analise-dos-principais-conceitos-no-compartilhamento-de-vias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/trens-regionais-e-o-sistema-tmtboxcargo-para-o-transporte-de-cargas-analise-dos-principais-conceitos-no-compartilhamento-de-vias\/","title":{"rendered":"TRENS REGIONAIS E O SISTEMA TMTBOXCARGO PARA O TRANSPORTE DE CARGAS: AN\u00c1LISE DOS PRINCIPAIS CONCEITOS NO COMPARTILHAMENTO DE VIAS."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>A locomotiva hibrida possibilita realizar atividades produtivas em regime de just in time (quando realiza movimento) e tamb\u00e9m atividades em just in case (quando estocam energia em seu banco de baterias), fazendo com que o sistema perceba o ativo produzindo em todos os momentos do transporte. As locomotivas convencionais operam apenas em just in time, permanecendo ociosas por longos per\u00edodos onde acumulam despesas operacionais improdutivas. A carregadeira compacta para containers, transita acoplada ao trem e acompanham a demanda de atividades de transfer\u00eancia, gerando flexibilidade para o sistema ao atender demandas sazonais e multiplicam temporariamente a capacidade de um terminal. Esse conceito nos remete a uma capacidade instalada de transbordo que flutua entre os diversos terminais. A rede com pequenos terminais intermodais de baixo custo apresenta caracter\u00edsticas multifuncionais ao realizar as atividades de desvio ferrovi\u00e1rio e p\u00e1tio intermodal. S\u00e3o estruturas minimalistas e lembram desvios convencionais equipados com estruturas auxiliares. O sistema elimina a figura do desvio cl\u00e1ssico, opera apenas os terminais de pequenas dimens\u00f5es cujos p\u00f3rticos e carregadeiras s\u00e3o eliminados, considerando o transito das carregadeiras entre os terminais. Na primeira fase identificamos os elementos e as caracter\u00edsticas funcionais do sistema TMTboxcargo, foram realizados testes comparativos entre os principais sistemas de cargas e seus elementos. Na primeira etapa analisando o momento da transfer\u00eancia modal seguindo crit\u00e9rios de complexidade dos componentes e intensidade de utiliza\u00e7\u00e3o, onde o crescimento na participa\u00e7\u00e3o dos componentes aumenta a complexidade e o crescimento na intensidade aumenta a criticidade dos componentes para o funcionamento do sistema. Na segunda etapa analisando a ociosidade dos componentes durante o transporte ferrovi\u00e1rio, onde o crescimento da ociosidade denuncia investimentos sem remunera\u00e7\u00e3o durante o per\u00edodo analisado. Na segunda fase identificamos a capacidade de integra\u00e7\u00e3o ao sistema concebido para passageiros, utilizando os seguintes crit\u00e9rios: velocidade, peso por eixo, adapta\u00e7\u00e3o operacional, independ\u00eancia energ\u00e9tica, emiss\u00e3o de GEE, n\u00edveis de ru\u00eddo e restri\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o para implanta\u00e7\u00e3o de terminais. Os conceitos do sistema TMTboxcargo atestaram uma poss\u00edvel aplica\u00e7\u00e3o, apresentando boa compatibilidade e investimentos inferiores aos demais sistemas. A terceira fase simula os sistemas de cargas e passageiros em sinergia, segundo os par\u00e2metros emanados pelos estudos da Secretaria de Transportes Metropolitanos para o trecho S\u00e3o Paulo-Campinas, horizonte 2010-2040. Utilizamos o conceito de Slot ferrovi\u00e1rio, sendo que no sistema de passageiros um Slot representa um passageiro e no sistema de cargas um metro cubico representa um Slot. O sistema analisado nos mostra a possibilidade de liberar milhares de Slots das rodovias para o transito de ve\u00edculos menos nocivos ao pavimento e simultaneamente reduzir o aporte de recursos para investimentos em ociosidade, esses invariavelmente materializados pelo Estado sob as mais diversas formas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>AUTOR:\u00a0Carlos Alberto Iannoni.<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T1-Carlos-Iannoni.pptx.pdf\" target=\"_blank\">T1-Carlos-Iannoni.pptx.pdf<\/a><\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/22semana\/wp-content\/uploads\/sites\/5\/2016\/09\/T1-Carlos-ALberto-Iannoni-artigo.pdf\" target=\"_blank\">T1-Carlos-ALberto-Iannoni-artigo.pdf<\/a><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0A locomotiva hibrida possibilita realizar atividades produtivas em regime de&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/trens-regionais-e-o-sistema-tmtboxcargo-para-o-transporte-de-cargas-analise-dos-principais-conceitos-no-compartilhamento-de-vias\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[89],"tags":[],"class_list":{"0":"post-6596","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-22a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6596","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6596"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6596\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6596"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6596"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6596"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}