{"id":9316,"date":"2017-09-08T16:00:17","date_gmt":"2017-09-08T19:00:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=9316"},"modified":"2017-09-08T16:00:17","modified_gmt":"2017-09-08T19:00:17","slug":"na-23a-semana-documento-da-alamys-vai-mostrar-que-transporte-sobre-trilhos-e-melhor-opcao-para-garantir-sustentabilidade-das-grandes-cidades-latino-americanas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/na-23a-semana-documento-da-alamys-vai-mostrar-que-transporte-sobre-trilhos-e-melhor-opcao-para-garantir-sustentabilidade-das-grandes-cidades-latino-americanas\/","title":{"rendered":"Na 23\u00aa Semana, documento da ALAMYS vai mostrar que transporte sobre trilhos \u00e9 melhor op\u00e7\u00e3o para garantir sustentabilidade das grandes cidades latino-americanas"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_8263\" aria-describedby=\"caption-attachment-8263\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8263 size-medium\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2017\/08\/FOTO-CONSTANTIN-DELLIS-300x198.png\" alt=\"&lt;meta property=&quot;og:image&quot; content=&quot;http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2017\/08\/FOTO-CONSTANTIN-DELLIS-300x198.png&quot; \/&gt;\" width=\"300\" height=\"198\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8263\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000;\">Constantin Dellis<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"color: #000000;\">No Painel 2 da <em>23\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria,<\/em>\u00a0que ter\u00e1 por tema <em>O impacto do metr\u00f4 no desenvolvimento urbano<\/em>, o chefe da Secretaria Geral da Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Metr\u00f4s e Subterr\u00e2neos (ALAMYS), Constantin Dellis, apresentar\u00e1 um documento de an\u00e1lise com 20 \u00a0p\u00e1ginas, intitulado <em>Por que o desenvolvimento de projetos de transporte sobre trilhos \u00e9 a melhor op\u00e7\u00e3o para a sustentabilidade das grandes cidades latino-americanas<\/em>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5868 alignleft\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/10\/ALAMYS-300x178.png\" alt=\"\" width=\"182\" height=\"108\" \/>O \u00a0texto dar\u00e1 suporte a a\u00e7\u00e3o a ser desencadeada pela ALAMYS com apoio da AEAMESP e outras organiza\u00e7\u00f5es brasileiras do setor, visando demonstrar para os tomadores de decis\u00e3o na esfera governamental as vantagens t\u00e9cnicas, econ\u00f4micas, pol\u00edticas, sociais e ambientais trazidas pela implanta\u00e7\u00e3o ou amplia\u00e7\u00e3o de modos de transporte de passageiros sobre trilhos como elementos estruturadores do transporte p\u00fablico nos maiores centros urbanos e ponto de apoio fundamental para a transforma\u00e7\u00e3o da realidade das metr\u00f3poles latino-americanas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Programado para o dia 20 de setembro de 2017, das 10h40 \u00e0s 12h, o Painel da ALAMYS reunir\u00e1 ainda especialistas dos metr\u00f4s da cidade do Porto, Portugal; Santiago, Chile, e Medell\u00edn, Col\u00f4mbia. <strong>Quatro dias.<\/strong> Realizada\u00a0pela AEAMESP em paralelo com o<em> METROFERR Lounge Experience<\/em>, a <em>23\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria,<\/em> acontecer\u00e1 no per\u00edodo de 19 a 22 de setembro de 2017, no Audit\u00f3rio da Universidade Paulista \u00a0(UNIP), Unidade Para\u00edso, localizada na\u00a0<span id=\"yui_3_16_0_1_1497393297116_14219\">Rua Vergueiro, 1.211, <\/span>em S\u00e3o Paulo\/SP.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">TRANSFORMAR AS CIDADES LATINO-AMERICANAS<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O documento de an\u00e1lise est\u00e1 estruturado em dois segmentos principais, seguidos de uma s\u00famula das conclus\u00f5es e da indica\u00e7\u00e3o de refer\u00eancias concernentes aos dados e conceitos apresentados.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O primeiro segmento trata de oferecer elementos que indicam porque a Am\u00e9rica Latina deve redefinir o planejamento urbano, considerando, no caso dos grandes centros, a reformula\u00e7\u00e3o do papel dos sistemas de transporte p\u00fablico \u2013 em especial os sistemas sobre trilhos \u2013 para torn\u00e1-los elementos de indu\u00e7\u00e3o do progresso, da qualifica\u00e7\u00e3o das cidades e do bem-estar de suas popula\u00e7\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Essa parte primeira serve de pano de fundo para o tema central do documento, oferecendo elementos a respeito da urbaniza\u00e7\u00e3o latino-americana e alguns de seus principais problemas. O documento aponta a necessidade de revers\u00e3o de um quadro marcado pela falta de vontade pol\u00edtica \u00a0e, consequentemente, pela aus\u00eancia de recursos para a\u00e7\u00f5es de planejamento que possam transformar as metr\u00f3poles e as maiores cidades da regi\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">De modo geral, esses grandes centros ostentam tipologia urbana marcada por uma dicotomia: a exist\u00eancia de \u00e1reas que abrigam, al\u00e9m das melhores resid\u00eancias e infraestruturas qualificadas, tamb\u00e9m as institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e empresas privadas, a maior parte dos empregos e todos os tipos de servi\u00e7os, em contraposi\u00e7\u00e3o a grandes periferias destinadas essencialmente a servir de dormit\u00f3rio \u00e0s popula\u00e7\u00f5es \u00a0de baixa renda, \u201ccondenadas a viajar longas dist\u00e2ncias, com dificuldade, para realizarem as suas atividades cotidianas em outros locais\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O texto salienta que, em 2017, a Am\u00e9rica Latina conta com 647 milh\u00f5es de habitantes, dos quais aproximadamente 79% moram nas cidades, e segue apresentando propens\u00e3o ao aumento de suas popula\u00e7\u00f5es urbanas nos pr\u00f3ximos anos. E que tal situa\u00e7\u00e3o amplia a press\u00e3o para atendimento das necessidades de mobilidade, de modo a garantir o acesso \u201cdemocr\u00e1tico, equitativo e eficiente\u201d de toda popula\u00e7\u00e3o aos diferentes bens e servi\u00e7os que as cidades oferecem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Todo esse contexto evidencia a import\u00e2ncia da implanta\u00e7\u00e3o e amplia\u00e7\u00e3o de sistemas de transporte p\u00fablico \u2013 os sistemas sobre trilhos, de alta capacidade, integradamente com os outros modos eficientes de transporte \u2013 para apoiar o desenvolvimento e o progresso das cidades e assegurar \u00e0s pessoas o direito fundamental de melhorar substancialmente a sua qualidade de vida.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">QUATRO PONTOS EM FAVOR DOS TRILHOS URBANOS<\/span><\/strong><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Na segunda parte do documento, s\u00e3o apresentadas quatro raz\u00f5es que justificam a implanta\u00e7\u00e3o de projetos metroferrovi\u00e1rios nas cidades latino-americanas.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_7903\" aria-describedby=\"caption-attachment-7903\" style=\"width: 281px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-7903\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2017\/07\/SUPERVIA-CENTRAL-DO-BRASIL-300x200.png\" alt=\"\" width=\"281\" height=\"187\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-7903\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000;\">Trens da Supervia junto \u00e0 Central do Brasil. Foto: Andr\u00e9 Gomes de Melo\/Governo do Estado do Rio de Janeiro<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Os sistemas metroferrovi\u00e1rios s\u00e3o mais r\u00e1pidos, confi\u00e1veis e seguros, com atributos como pouca ou nenhuma interfer\u00eancia de outros modos, maior freq\u00fc\u00eancia, regularidade dos tempos de viagens e de espera, melhor oferta de informa\u00e7\u00f5es aos usu\u00e1rios e, ainda, melhores condi\u00e7\u00f5es de conforto, bem como seguran\u00e7a relativa a acidentes e prote\u00e7\u00e3o contra a\u00e7\u00f5es criminosas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\">Com base em exemplos internacionais, o documento destaca elementos indicativos de que os sistemas metroferrovi\u00e1rios revalorizam as cidades e aumentam o valor agregado das propriedades instaladas em seus arredores, possibilitando que o poder p\u00fablico recupere, para poss\u00edveis novos financiamentos, os montantes investidos em infraestruturas concernentes \u00e0 implanta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4s.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5644\" aria-describedby=\"caption-attachment-5644\" style=\"width: 296px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-5644\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2016\/08\/SUBTE-CORRIENTES-300x225.png\" alt=\"\" width=\"296\" height=\"222\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5644\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000;\">Metr\u00f4 de Buenos Aires, Esta\u00e7\u00e3o Corrientes. Foto: Rafael Asquini<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O estudo tamb\u00e9m traz elementos demonstrativos de que os sistemas metroferrovi\u00e1rios apresentam alta efici\u00eancia no uso do espa\u00e7o urbano, no consumo de energia e quanto a emiss\u00f5es ao meio ambiente. E de que asseguram para toda a sociedade menores custos econ\u00f4micos e, mais do que isso, expressiva economia de recursos p\u00fablicos, das empresas privadas \u00a0e dos cidad\u00e3os, quando se consideram todas as suas externalidades positivas, entre as quais, redu\u00e7\u00e3o de tempos de deslocamento, diminui\u00e7\u00e3o de congestionamentos, menores \u00edndices de emiss\u00e3o de poluentes e redu\u00e7\u00e3o de acidentes de tr\u00e2nsito.<\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"color: #000000;\">SUBS\u00cdDIOS OPERACIONAIS PARA O TRANSPORTE P\u00daBLICO<\/span><\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_6579\" aria-describedby=\"caption-attachment-6579\" style=\"width: 289px\" class=\"wp-caption alignleft\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" wp-image-6579\" src=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/boletim\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2017\/01\/VLT-RIO-AGENCIA-BRASIL-FOTO-FERNANDO-FRAZ\u00c3O-300x201.png\" alt=\"\" width=\"289\" height=\"193\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-6579\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #000000;\">Composi\u00e7\u00e3o do VLT do Rio de Janeiro. Foto: Arquivo Ag\u00eancia Brasil\/Fernando Fras\u00e3o<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<p><span style=\"color: #000000;\">O documento de an\u00e1lise toca ainda num ponto consideravelmente sens\u00edvel para os gestores e os passageiros nas cidades brasileiras: a quest\u00e3o do custeio dos sistemas de transporte coletivo diante da necessidade de garantir a modicidade da tarifa para o usu\u00e1rio, sem sacrificar a qualidade das infraestruturas e dos servi\u00e7os. O texto aponta que os n\u00edveis de subs\u00eddio s\u00e3o baixos na Am\u00e9rica Latina, enquanto na Am\u00e9rica do Norte,\u00a0 Europa e Oceania, os sistemas contam com n\u00edveis significativos de subs\u00eddio operacional, suportados por diferentes fontes, inclusive recursos p\u00fablicos. E mostra o exemplo de grandes cidades asi\u00e1ticas nas quais parte consider\u00e1vel do custo operacional dos sistemas \u00e9 coberta com receitas n\u00e3o tarif\u00e1rias, geradas por meio de um arcabou\u00e7o jur\u00eddico que facilita o neg\u00f3cio para os operadores.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Painel 2 da 23\u00aa Semana de Tecnologia Metroferrovi\u00e1ria,\u00a0que ter\u00e1&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/na-23a-semana-documento-da-alamys-vai-mostrar-que-transporte-sobre-trilhos-e-melhor-opcao-para-garantir-sustentabilidade-das-grandes-cidades-latino-americanas\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":9350,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[58],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9316","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-em-pauta"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9316","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9316"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9316\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9316"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9316"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9316"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}