{"id":9559,"date":"2017-09-27T10:21:50","date_gmt":"2017-09-27T13:21:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=9559"},"modified":"2017-09-27T10:21:50","modified_gmt":"2017-09-27T13:21:50","slug":"t10-maglev-metropolitano-mobilidade-inovadora-com-levitacao-magnetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t10-maglev-metropolitano-mobilidade-inovadora-com-levitacao-magnetica\/","title":{"rendered":"T10 &#8211; MAGLEV METROPOLITANO: MOBILIDADE INOVADORA COM A LEVITA\u00c7\u00c3O MAGN\u00c9TICA"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>A urbaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno mundial que se acelerou ap\u00f3s a II Guerra Mundial. As cidades concentram a maior parte dos habitantes dos pa\u00edses desenvolvidos e em desenvolvimento. No Brasil, de acordo com a metodologia do IBGE aceita mundialmente, a taxa \u00e9 superior a 80%. No entanto, crescendo at\u00e9 de forma mais acelerada, ocorre a taxa de motoriza\u00e7\u00e3o, congestionando as cidades e reduzindo a paritipa\u00e7\u00e3o do transporte p\u00fablico na mobilidade. A primeira indica\u00e7\u00e3o das vantagens do maglev est\u00e1 na redu\u00e7\u00e3o do custo da engenharia civil na implanta\u00e7\u00e3o dos sistemas metroferrovi\u00e1rios, onde geralmente responde por 2\/3 do custo total. As tuneladoras usadas para a implanta\u00e7\u00e3o da linha dupla convencional, t\u00eam di\u00e2metro em torno de 12m. Como o maglev n\u00e3o tem rodas se inscreve perfeitamente e com maior espa\u00e7o interno, em t\u00faneis de 4m de di\u00e2metro. Sendo o volume escavado e, consequentemente o custo de abertura de t\u00faneis, proporcional ao quadrado do di\u00e2metro, apenas com o novo &#8220;design&#8221; veicular e dois t\u00faneis de 4m de di\u00e2metro ao inv\u00e9s de um \u00fanico de 12m, verifica-se uma redu\u00e7\u00e3o em torno de 70%. Como o maglev se inscreve em curva vertical e horizontal de 50m de raio e vence rampa de 10%, facilita-se a elabora\u00e7\u00e3o de tra\u00e7ados urbanos, minimizando obras civ\u00eds e desapropria\u00e7\u00f5es. No lado operacional, como o motor linear est\u00e1 na linha e n\u00e3o no ve\u00edculo, a condu\u00e7\u00e3o \u00e9 autom\u00e1tica (sem maquinista); como n\u00e3o existe atrito (roda, trilhos, rotativos el\u00e9tricos) a manuten\u00e7\u00e3o reduz-se e sendo o ve\u00edculo fabricado com material comp\u00f3sito a tara veicular por passageiro (170 kg no roda-trilho e 70 kg no maglev) garante uma redu\u00e7\u00e3o de 40% no consumo de energia no transporte. No Brasil existem 90 cidades com popula\u00e7\u00e3o acima de 300mil habitantes. No trabalho selecionou-se como estudo de caso 10 cidades, de 300 mil habitates at\u00e9 mais de 1 milh\u00e3o e comparou-se o custo da implanta\u00e7\u00e3o de novas linhas, tomando como refer\u00eancia os dados do projeto do Metr\u00f4 de Curitiba. As 10 cidades foram: Petr\u00f3polis, Juiz de Fora, Niter\u00f3i e S\u00e3o Gon\u00e7alo (cidades sem transporte sobre trilhos); a expans\u00e3o do metr\u00f4 do Rio de Janeiro e cinco cidades operacionais da CBTU (Belo Horizonte, Recife, Macei\u00f3, Jo\u00e3o Pessoa e Natal), totalizando 200km de novas linhas do Maglev Metropolitano, sendo 90% subterr\u00e2neas e 10% a c\u00e9u aberto. O Brasil \u00e9 dos poucos pa\u00edses que consegue um grande super\u00e1vite comercial com a China, devido \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es baseadas no agro neg\u00f3cio. Como na \u00faltima d\u00e9cada mais de 200 milh\u00f5es de habitantes migrou na China do campo para as cidades, as exporta\u00e7\u00f5es brasileiras tendem a aumentar. Por outro lado, como o Brasil faz parte dos BRICS, existe abundante oferta de cr\u00e9dito e marcos legais bem definidos para a implanta\u00e7\u00e3o de projetos de infraestrutura. Portanto, desde que os pol\u00edticos, empres\u00e1rios e o corpo t\u00e9cnico metroferrovi\u00e1rio estejam dispostos a quebrar paradigmas e aceitem a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica como inexor\u00e1vel, \u00e9 poss\u00edvel crescer o transporte p\u00fablico com redu\u00e7\u00e3o de custo. Para tal, apresenta-se um fluxograma dos passos necess\u00e1rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTORES:<\/strong><br \/>\nEduardo Gon\u00e7alves David<\/p>\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/artigo_MAGLEV_METROPOLITANO.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Artigo<\/a><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/23semana\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/eduardogdavid@gmail.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0A urbaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 um fen\u00f4meno mundial que se acelerou ap\u00f3s&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t10-maglev-metropolitano-mobilidade-inovadora-com-levitacao-magnetica\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[90],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9559","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-23a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9559","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9559"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9559\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9559"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9559"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9559"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}