{"id":9583,"date":"2017-09-27T10:50:28","date_gmt":"2017-09-27T13:50:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=9583"},"modified":"2017-09-27T10:50:28","modified_gmt":"2017-09-27T13:50:28","slug":"t22-uso-de-indicadores-na-concepcao-e-analise-de-redes-de-alta-capacidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t22-uso-de-indicadores-na-concepcao-e-analise-de-redes-de-alta-capacidade\/","title":{"rendered":"T22 &#8211; USO DE INDICADORES NA CONCEP\u00c7\u00c3O E AN\u00c1LISE DE REDES DE ALTA CAPACIDADE"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>Os primeiros indicadores s\u00e3o a extens\u00e3o total da rede e a sua propor\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 popula\u00e7\u00e3o da aglomera\u00e7\u00e3o urbana (km\/habitante \u2013 usualmente expresso em milh\u00f5es). Resultam em informa\u00e7\u00f5es de f\u00e1cil leitura, pelo qual s\u00e3o muito usados e por vezes taxados de simplistas. O segundo conjunto correlaciona o comprimento m\u00e9dio de linhas e o n\u00famero de esta\u00e7\u00f5es. A partir de seu cruzamento, as redes podem ser classificadas quanto \u00e0 natureza da cobertura espacial. T\u00eam sido identificadas tr\u00eas formas principais: de \u201ccobertura local\u201d, caracterizada por uma grande densidade, em geral incidindo sobre a \u00e1rea central; de \u201cacessibilidade regional\u201d, linhas longas e menor n\u00famero de esta\u00e7\u00f5es; e de \u201ccobertura regional\u201d, que possui as duas caracter\u00edsticas, grande extens\u00e3o e alta densidade de esta\u00e7\u00f5es. O terceiro conjunto s\u00e3o os \u00edndices oriundos da Teoria dos Grafos (DERRIBLE &amp; KENNEDY, 2010). Grafos podem ser utilizados para redes de transporte em diferentes n\u00edveis de aproxima\u00e7\u00e3o: no n\u00edvel mais detalhado, temos os modelos de oferta utilizada na modelagem de demanda; no outro extremo podemos realizar uma leitura macro apenas da estrutura principal. \u00c9 esta leitura que pretendemos aplicar para a an\u00e1lise das redes de alta capacidade. Atrav\u00e9s da convers\u00e3o de redes de alta capacidade em grafos planares simples, podemos calcular seus \u00edndices de complexidade, conectividade, e o n\u00famero de seus \u2018loops\u2019 (circuitos internos). Assinalamos, por fim, o \u00edndice que expressa o n\u00famero de conex\u00f5es por linha (c\/L), elaborado como ferramenta para a pesquisa citada (ISODA, 2013) para proceder a uma an\u00e1lise preliminar da conectividade de uma rede. Sua vantagem est\u00e1 na simplicidade de aplica\u00e7\u00e3o, dispensando a convers\u00e3o da rede em grafo. Com forma de teste da efic\u00e1cia destes \u00edndices, foram montadas algumas s\u00e9ries hist\u00f3ricas e paralelos com sistemas de outras metr\u00f3poles, com resultados satisfat\u00f3rios que abrem possibilidades de leituras diversas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTORES:<\/strong><br \/>\nMarcos Kiyoto de Tani e Isoda<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/artigo_INDICESDEREDE.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Artigo<\/strong><\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/23semana\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/kiyoto.fau@gmail.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0Os primeiros indicadores s\u00e3o a extens\u00e3o total da rede e&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t22-uso-de-indicadores-na-concepcao-e-analise-de-redes-de-alta-capacidade\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[90],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9583","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-trab-tec-23a"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9583","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9583"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9583\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9583"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9583"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9583"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}