{"id":9595,"date":"2017-09-27T11:25:56","date_gmt":"2017-09-27T14:25:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/?p=9595"},"modified":"2017-09-27T11:25:56","modified_gmt":"2017-09-27T14:25:56","slug":"t28-automacao-distribuida-para-o-resgate-de-ramais-ferroviarios-decadentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t28-automacao-distribuida-para-o-resgate-de-ramais-ferroviarios-decadentes\/","title":{"rendered":"T28 &#8211; A AUTOMA\u00c7\u00c3O DISTRIBU\u00cdDA PARA O RESGATE DE RAMAIS FERROVI\u00c1RIOS DECADENTES"},"content":{"rendered":"<p><strong>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0<\/strong>A explica\u00e7\u00e3o mais plaus\u00edvel para a decad\u00eancia ferrovi\u00e1ria \u00e9 que a tecnologia tradicional n\u00e3o foi modelada para atender de forma satisfat\u00f3ria o cliente de carga geral. O excepcional baixo custo ferrovi\u00e1rio, propriedade dos materiais, \u00e9 insuficiente para conquistar a prefer\u00eancia do mercado. An\u00e1lise estat\u00edstica entre n\u00famero de cargas e resultado indica que sempre que se aumenta o n\u00famero de tipos carga diminui a produtividade e o resultado econ\u00f4mico. Isto indica que o problema das ferrovias nunca foi de custo, mas apenas de m\u00e1 qualidade dos servi\u00e7os prestados e assim, pode-se deduzir que inova\u00e7\u00e3o para redu\u00e7\u00e3o de custo ser\u00e3o in\u00f3cuas para resolver o problema destas ferrovias. Entendido isso, a orienta\u00e7\u00e3o deste projeto de desenvolvimento tecnol\u00f3gico \u00e9 remodelar a opera\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria no rumo de promover um bom atendimento ao cliente de carga geral, ou seja, a carga embarcada e o cont\u00eainer. As infrut\u00edferas tentativas anteriores para superar as defici\u00eancias no atendimento deste mercado, segundo a teoria da restri\u00e7\u00e3o, indicam que o problema \u00e9 complexo e que o ataque ao problema, sem resolver todos os fatores limitantes, ser\u00e1 incapaz de modificar a rela\u00e7\u00e3o com o mercado. Os principais fatores limitantes ao ganho de qualidade e de produtividade s\u00e3o: o tr\u00e1fego em composi\u00e7\u00f5es, o p\u00e1tio linear, o transbordo no embarque\/desembarque e a especializa\u00e7\u00e3o de ativos. O projeto envolver\u00e1 automa\u00e7\u00e3o de unidade, projeto de p\u00e1tio rotativo, docas de acesso frontal e sistema de controle. A primeira fase do projeto se dedica ao desenvolvimento de um quite de automa\u00e7\u00e3o\/motoriza\u00e7\u00e3o h\u00edbrida, digitalmente control\u00e1vel, para ser aplicado em truck ferrovi\u00e1rio padr\u00e3o. Os recursos para automa\u00e7\u00e3o e motoriza\u00e7\u00e3o s\u00e3o oferecidos por ind\u00fastrias e empresas que operam no pa\u00eds. O quite proposto \u00e9 constitu\u00eddo de uma adapta\u00e7\u00e3o da motoriza\u00e7\u00e3o h\u00edbrida de tr\u00f3lebus de 210 kW, transmiss\u00e3o e sistema de freios a disco controlados por eletro-v\u00e1lvula. A meta da primeira etapa \u00e9 demonstrar que uma motoriza\u00e7\u00e3o digitalmente control\u00e1vel ser\u00e1 poss\u00edvel de ser feita sem superar o investimento da motoriza\u00e7\u00e3o tradicional. O desenvolvimento dever\u00e1 ser conduzido por uma empresa startup, na forma de um torneio de empreendedorismo universit\u00e1rio. No trabalho ser\u00e3o apresentados os detalhes construtivos e operacionais na proposta de desenvolvimento tecnol\u00f3gico.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>AUTORES:<\/strong><br \/>\nSergio Pinheiro Torggler<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.aeamesp.org.br\/23semana\/wp-content\/uploads\/2017\/09\/storggler@gmail.com_.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong><span style=\"color: #3366ff;\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descri\u00e7\u00e3o:\u00a0A explica\u00e7\u00e3o mais plaus\u00edvel para a decad\u00eancia ferrovi\u00e1ria \u00e9 que&hellip;<\/p>\n<p> <a class=\"more-link\" href=\"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/t28-automacao-distribuida-para-o-resgate-de-ramais-ferroviarios-decadentes\/\">Leia mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","_kadence_starter_templates_imported_post":false,"footnotes":""},"categories":[81],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9595","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-sem-categoria"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9595","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9595"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9595\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9595"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9595"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/aeamesp.org.br\/site2025\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9595"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}